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PROPOSTA DE INTERVENÇÃO TÉCNICA E SOCIAL
INCLUSÃO DIGITAL DOS TRABALHADORES DOS RECINTOS ALFANDEGADOS DO PORTO DE SANTOS.
INTRODUÇÃO
Com base em minha experiência profissional em terminais portuários, coordenando o desenvolvimento e implantação de sistemas de informação e, nos últimos dois anos, trabalhando para a Associação Brasileira dos Terminais e Recintos Alfandegados – ABTRA, observei a necessidade de qualificar o trabalhador para a utilização de computadores, softwares e Internet, preparando-o para os novos desafios que se apresentam.
Decidi dedicar-me a um projeto de inclusão digital tomando como ponto de partida as experiências já existentes em apoio a crianças, jovens, terceira idade e indivíduos marginalizados. Creio que será possível contar com a colaboração e apoio dos executivos e profissionais de TI das empresas para desenvolver este projeto, cuja abrangência é de 18 (dezoito) Empresas da Baixada Santista.
Verifico que nos processos de modernização das empresas, a falta de conhecimento e habilidades dos trabalhadores para o uso de computadores, não permite aos mesmos exercerem outras atividades relacionadas com estes equipamentos, dificultando o seu reaproveitamento interno, da mesma forma que, ocorrendo um desligamento, o profissional não está preparado para o mercado de trabalho.
Observo ainda, que quando a inovação tecnológica desativa um posto de trabalho em uma empresa, ocorre a eliminação desta vaga, de modo mais amplo, no mercado de trabalho. A qualificação do profissional, em muitas situações, não é mais requisitada por esse mercado. Uma vez demitido, o cidadão terá dificuldade em recolocar-se. Não raro, um desempregado gera a necessidade de seus familiares desenvolverem alguma atividade, formal ou informal, para garantir o sustento familiar. Muitas crianças, adolescentes e jovens abandonam seus estudos, contribuindo desta forma para o aumento das desigualdades sociais e da marginalidade.
Mantenho-me informado, sobre os vários movimentos que atendem a menores carentes, pessoas da terceira idade e portadores de deficiências entre outras iniciativas da sociedade. No entanto, o elo entre a primeira e terceira idades, o trabalhador ativo, deve receber também uma atenção, considerando o seu papel de principal provedor, o qual, uma vez impedido de exercer sua atividade, aumenta as carências sociais.
Sempre que penso neste assunto, faço uma analogia com os avisos de segurança nos aviões. Em um destes avisos, os passageiros acompanhados de crianças são orientados para, primeiro, puxar a máscara de oxigênio para si e, depois colocar outra máscara disponível nas crianças. Assim, esta proposta tem como foco o trabalhador ativo e pretende contribuir para diminuir as desigualdades sociais através da inclusão digital.
METODOLOGIA
- Levantamento da escolaridade, perfil socioeconômico e o universo a ser atendido por meio de amostragem, com 10% do total de trabalhadores das empresas.
- Entrevista com 30% dos principais executivos das empresas sobre as perspectivas de apoio ao Projeto.
- Visitas a organismos que desenvolvem trabalhos semelhantes para conhecer abordagens pedagógicas, estruturas administrativas, formas de captação e administração de recursos.
- Pesquisa de informações e literaturas que abordem experiências com projetos de inclusão social e/ou tecnológica.
- Elaboração de Relatório com considerações e projeto de inclusão digital.
BIBLIOGRAFIA
Site na Internet do CDI www.cdi.org.br
Outras bibliografia a pesquisar.
Escrito por Emilio às 16h10
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Mapas Conceituais
“Os mapas conceituais são um recurso esquemático que permite representar um ambiente conceitual, onde um conjunto de conceitos está relacionado em uma rede de proposições podendo ser utilizados como técnicas de aprendizagem, instrumento de esquematização e instrumento de avaliação”. O texto está correto? Seria uma silepse?
Silepse é a figura que ocorre quando a concordância entre as palavras é feita levando-se em conta as idéias que elas expressam e não a sua forma gramatical. Na silepse, deixa-se de lado a concordância gramatical e utiliza-se uma concordância mental. Ela pode ser de três tipos: gênero, número e pessoa. a) Silepse de gênero (masculino / feminino). Vossa Excelência, senhor prefeito, está preocupado. A expressão vossa excelência é feminina quanto à forma, mas no exemplo acima, por se referir a um homem (prefeito), ela contém uma idéia de masculino. Devido a isso o falante faz a palavra preocupado concordar não com a forma feminina vossa excelência e sim com a idéia de masculino que essa expressão contém. b) Silepse de número (singular/plural). A torcida ficou furiosa e invadiram o campo. Neste caso, o falante fez a concordância da forma verbal invadiram (plural) não com a palavra torcida (singular) e sim com a idéia de plural nela contida (torcida = muitas pessoas). c) Os brasileiros precisamos defender a Amazônia. Neste tipo de silepse, o falante se inclui mentalmente entre os componentes de um sujeito em 3ª pessoa. Os brasileiros + eu = nós. As figuras de linguagem mais significativas nascem da intenção ou da necessidade do falante (ou escritor) de dizer as coisas de uma maneira nova, diferente e criativa. O que se pretende, quando se usa a linguagem figurada, é fazer com que o ouvinte (ou leitor) se surpreenda, sensibilize-se e, assim, fique mais atento ao que está sendo falado (ou escrito). Conclusão: O texto está correto pelas regras de concordância do verbo ser, e não se trará de uma silepse.
Escrito por Emilio às 16h19
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Filme O QUARTO PODER – Resenha Crítica. Título original Mad City. Direção de Costa Gavras; roteiro de Tom Mattews; cinematografia de Patrick Bloosier; editado por Francisco Bonnot; Produção de Arnold Kopelson. Atores Principais: Dustin Hofman como Max Blackett e John Travolta como Sam Baily. Elenco Alan Alda (Kevin Hollander, Mia Kirsner (Laurie), Blythe Danner (Sra Banks), Robert Prosky (Lou Potts). Cores, 115 minutos.
Destacado para uma reportagem no Museu de História Natural na cidade de Madeline na Califórnia, Max Blackett entrevista a Diretora Sra. Banks, sobre a causa dos cortes orçamentários. Nos cortes efetuados, um vigilante foi demitido e, inconformado com a situação, dirige-se até o Museu ameaçando a Diretora com uma arma. Presenciando a cena, o repórter estabelece um contato, por telefone, com a estagiária e assistente Laurie, pedindo para colocá-lo em contato com o Produtor Lou Potts com objetivo de entrar ao vivo e disse que a policia seria chamada depois. Durante a discussão entre a Diretora e o vigilante Sam Baily acontece um disparo acidental que atinge o outro vigilante Cliff Williams que estava em serviço. Quando o ferido desce as escadas externas do Museu, o Produtor manda cortar imagens para que os telespectadores não precisassem ver o vigilante ferido ensangüentado. Convencido pelos argumentos de outros profissionais, o Produtor decide voltar às transmissões ao vivo.Sam Baily tranca as portas do Museu. A situação criada torna-se mais relevante pelo fato de que naquele momento estavam em visita alunos de uma escola acompanhados de sua professora, caracterizando uma situação de seqüestro. Após ser localizado pelo vigilante demitido, o repórter Max Blackett, que estava no banheiro do Museu, recebe ameaças, porém aos poucos vai assumindo o controle da situação no museu passando a determinar os passos que seriam dados pelo vigilante. Max Blackett propõe uma entrevista e sugere que uma criança seja dada em troca. Saindo do museu o repórter diz ao chefe de policia que dará os créditos a ele caso seja permitido a entrevista com o vigilante. Dirigindo-se a sua assistente, o repórter questiona por que ela não gravou as cenas do vigilante ferido dizendo que ela tinha que decidir entre fazer parte da matéria ou gerar a matéria. Retornando ao Museu para realizar a entrevista, Max sugere a liberação de duas crianças sendo uma delas negra para atenuar o fato de ele ter baleado um negro. A entrevista é conduzida de forma a passar uma imagem positiva do vigilante. No encerramento da entrevista o repórter diz que a única exigência que o seqüestrador fazia em relação ao resgate era perdão. Questionado, em determinado momento, pela Diretora do Museu, o repórter mostra que o incidente trará vantagens para ela porque o Museu será o mais famoso do país.Enquanto ocorre o seqüestro, a emissora de TV, decide entrar em rede Nacional e destaca o Jornalista Kevin Hollander, âncora da rede, para cobertura do fato. Kevin e Max Blackett tiveram uma discussão no passado, em uma transmissão ao vivo, sobre um acidente aéreo na qual Max desmoraliza Kevin por ele querer passar aos telespectadores informações sensacionalistas como corpos mutilados. Por este motivo Max Blackett perdeu seu lugar na rede nacional em Nova York e acabou indo trabalhar em uma filial da rede em Madeline. Max Blackett decide não passar o controle das transmissões para Kevin e coloca no ar, em emissora concorrente, uma nova entrevista do vigilante. Não obtendo sucesso em assumir o controle das transmissões, Kevin entra em rede a partir de Madeline, chamando de inconvencional a relação entre o repórter e o criminoso. Na edição mostra testemunhos contrários ao Sam e faz uma série de criticas ao repórter. Mostra o dialogo no qual Max sugere ao Sam que liberte duas crianças em vez de uma sendo uma delas negra para demonstrar que não era racista. Kevin diz que mostrar um colega de profissão nestas circunstâncias é algo que nenhum jornalista gostaria de fazer, porém os fatos reais também foram seqüestrados por Max Brackett. A audiência de Kevin sob com as denúncias.Enquanto ocorre o seqüestro o vigilante ferido é tratado em um Hospital, porém acaba falecendo. Em decorrência dos fatos Sam decide soltar as crianças e suicida-se explodindo as dinamites no interior do Museu. Atingido pelos estilhaços, Max é retirado ainda atordoado do local e pergunta à assistente Laurie como está Sam e ela responde que ele virou confete. Laurie, demonstrando ainda que tinha aprendido as lições, procura gravar imagens de Max com total realismo, não deixando tirar as manchas de sangue de seu rosto procurando causar mais impacto.Ao final, Max cercado por vários jornalistas diz que todos, incluindo-se, tinham matado Sam.
Em busca de audiência e da promoção pessoal, os meios de comunicação e seus profissionais criaram situações e manipularam as informações? As questões éticas foram levadas em consideração? O produtor Lou Potts mostra preocupação com a ética quando decide cortar as imagens do vigilante ferido, no entanto é logo convencido pelos colegas. O repórter Max Blackett que presenciou a cena, sabendo que ocorreu um acidente, poderia ter canalizado a sua ascensão sobre o vigilante Sam para encerrar a situação naquele momento, mas preferindo ganhar destaque, criou uma situação para promover-se. Esta situação fica ainda mais clara quando ele questiona a sua estagiária e assistente sobre o fato de ela ter preferido prestar socorro ao vigilante ferido em detrimento da cobertura jornalística. Informações e pessoas foram manipuladas, vaidades pessoais estimuladas enquanto inocentes foram expostos ao perigo. Percebe-se que a ação desenvolvida pelo âncora Kevin tem mais o objetivo de vingança pessoal do que propriamente a verdade dos fatos. No caso do acidente aéreo Kevin já havia demonstrado que o fato da queda do avião pouco importava para ele, o que interessava era criar uma situação sensacionalista para ganhar a atenção e aumentar a audiência. Pelos fatos expostos conclui-se que efetivamente a mídia e os profissionais a elas ligados criaram e manipularam as informações em busca de audiência, de promoção e vinganças pessoais. Pouco importaram os riscos e as distorções, a ética foi deixada de lado. Nada diferente do mundo real.
Escrito por Emilio às 16h08
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A VISÃO HOLÍSTICA
Holismo – (do grego holos) = todo. A teoria defende que o homem é um ser indivisível, que não pode ser entendido através de uma análise separada de suas diferentes partes.
Percebe-se um direcionamento para uma visão sistêmica da vida. Essa visão mostra-se mais apropriada e parcialmente urgente, porque todos os problemas atuais parecem ser entendidos dentro do âmbito da visão do mundo cartesiana.
A visão holística pode ser considerada a forma de perceber a realidade e a abordagem sistêmica o primeiro nível de operacionalização desta visão, sendo ambas aplicáveis a todas as áreas de conhecimento.
“Pense globalmente, atue localmente!”.
Escrito por Emilio às 16h02
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TRANSFORMAÇÃO ORGANIZACIONAL
Ruptura ou Transição ao Desconhecido. Livro: Transformação Organizacional - Paulo Guilherme Motta
Resumo
A organização do trabalho, como a da vida social, é, em essência, a história da mudança. A alta velocidade das mudanças é associada por autores como Alvin Toffler e Peter Drucker, entre outros, como um caráter explosivo. A presente época possui singularidade: não seria difícil encontrar na historia eventos sociais capazes de caracterizá-la como única. Para alguns, vê-se o presente como uma transição dramática para o desconhecido. Para outros, a atualidade significa a ruptura com a modernização. Uma terceira perspectiva vê o mundo passar por uma reconstrução valorativa. Estas perspectivas se contrapõem levando a uma reflexão crítica quanto aos valores gerenciais do presente e suas transformações futuras. Se está se esperando um novo tipo de sociedade com novos valores para a produção e o trabalho, torna-se imperativo aos gestores conhecê-la.
Escrito por Emilio às 15h59
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Auto Estima – O verdadeiro diferencial de desempenho. Cecília C. Andrade Pereira. Resenha. Resumo do Texto. Ao longo dos anos os seres humanos desenvolveram habilidades e capacidades para se articular com. tecnologias, processos produtivos, informações e principalmente motivação. No início da revolução industrial existia a crença de que haveria uma única forma de fazer o trabalho e de administrar uma empresa segmentada em departamentos e de gerenciar pessoas motivando-as pelo salário e controlando de cima para baixo. O profissional era capacitado somente como recurso humano e não como um ser humano. Depois dos anos 70, a orientação das empresas se voltou para a tecnologia, parceria e flexibilidade em busca de resultados. Os trabalhadores não podem ser mais administrados como subordinados, mas como parceiros, sócios e voluntários. No passeio pela história da administração vemos que a auto-estima e o poder tornaram-se, além de necessidades psicológicas e econômicas, atributos para adaptação num mundo cada vez mais complexo. Temos que produzir novos valores e significativos. Faz parte da natureza dos homens sentir que podem fazer a diferença e sentir que suas aptidões são valorizadas. A forma como nos sentimos acerca de nós mesmos afeta crucialmente todos os aspectos da nossa experiência. Nossas reações aos acontecimentos são determinadas por quem pensamos que somos. A auto-estima é a chave para o sucesso ou fracasso. Para construir a auto-estima temos que ficar atentos em dois níveis básicos de construção: nossos comportamentos e nossos sentimentos. Os pilares dos nossos comportamentos são a auto-inclusão, o auto-controle e auto abertura através dos quais, nos incluímos utilizando todas as partes de nós em tudo que estivermos fazendo, determinamos o que fazemos a partir do que queremos e, não censuramos a nossa experiência por estarmos conscientes do que estamos experimentando tais como valores, sensações, vontades e emoções. Os pilares dos nossos sentimentos são auto-importância, a auto-competência e auto-estima, isto é, quando nos sentimos importantes, significativos, valorosos, competentes, inteligentes, fortes e apreciamos a nossa própria companhia e nos sentimos bem de saber quem somos. É a sensação de que somos adequados para a vida e suas exigências As empresas vêm desenvolvendo modelos os quais, em sua maioria, se referem a recompensas externas tais como aumentos salariais e planos de saúde. Entretanto como fonte de motivação, elas têm limitações e se considerados insuficientes a nossa motivação desaparecerá. Se estivermos motivados por sentimento interno, seremos menos influenciados por mudanças nas condições externas. Se estivermos completamente vivos, auto determinados, conhecedores dos nossos desejos e objetivos. Se nos sentimos realmente importantes, competentes e queridos, o que poderá nos deter?
Conclusão. A evolução do conjunto de conhecimentos e habilidades desenvolvidas pelo homem para se relacionar no ambiente profissional baseou-se em aspectos técnicos em busca do aumento de produtividade desprezando, no entanto, os sentimentos humanos envolvidos. Nos últimos anos, porém, os conceitos de parceria e colaboração levaram as empresa a rever estes conceitos conciliando interesses dos indivíduos e empresas. Este modelo leva a maior competição entre as pessoas e, neste sentido, somente sobrevive o que consegue ter auto-estima elevada. A auto-estima torna-se então o verdadeiro diferencial de desempenho. Nossos comportamentos e sentimentos devem ter como alicerce os pilares que nos levam a nos sentir fazendo parte do contexto, determinando nossas próprias vidas, conscientes de nós, nos sentindo importantes, competentes e amando a nós mesmos como base para amar o próximo. Só assim daremos a nossa contribuição para um mundo melhor.
Escrito por Emilio às 15h56
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Iniciativa e Acabativa. Ponto de vista Stephen Kanitz
Resumo
O autor divide os seres humanos em três grupos: os Empreendedores, os iniciativos e os acabativos. Os Empreendedores são aqueles que tem iniciativa e acabativa. Os iniciativos são criativos, mas abominam a rotina necessária para colocá-las em pratica. Os acabativos são os que gostam de implantar projetos. O autor vê qualidades e defeitos nos iniciativos e acabativos e sugere um caminho para desenvolver uma ou outra habilidade, finalmente dá os pêsames a quem não tem nenhum dos perfis.
Escrito por Emilio às 15h52
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PROJETO APOLLO XIII Resumo do Filme
O projeto Apollo 13 fez parte do Programa Apollo da NASA, cujo objetivo era levar naves tripuladas a lua. Tripulação inicial: Jim Lovell; Ken Mattingly; Fred Haise. Os tripulantes foram suplentes no projeto Apollo XII e estavam sendo preparados para o projeto Apollo XIV. Foram remanejados para a projeto Apollo XIII, devido a um problema de saúde na tripulação que vinha sendo preparada para este projeto. Em uma entrevista, Jim Lovell disse que se tratava da “última missão de um Astronauta, seu vôo final”. Perguntado porque, responde que ele era o Comandante de uma grande Nave, de uma grande tripulação, e que ficaria entre 400 graus de diferença entre o sol e sombra. Por existir o risco de um dos Astronautas vir a contrair sarampo, a tripulação foi alterada, dois dias antes do lançamento. O Astronauta Ken Mattingly foi substituído pelo Astronauta Jack Swigert. Apesar do imprevisto o projeto foi cercado de todos as tradições, tendo o Gerente de Projeto recebido como presente de sua mulher um colete para ser usado durante a gestão do projeto. A primeira das providencias antes do lançamento foi a checagem pelo Gerente do Projeto de todas as posições de Controle. Ken, o Astronauta substituído, assiste ao lançamento da Apollo XIII à distância. O lançamento ocorre dentro do planejado. Um propulsor falhou mais não gerou conseqüências para o andamento do projeto. A tripulação recebe a informação de que a falha estava sendo compensada. O comandante afirma que não haveria mais falhas, porém, problemas efetivos com o projeto, começam a ocorrer quando o Astronauta Jack recebe a instrução de agitar os tanques de oxigênio. Com o surgimento dos problemas técnicos na Nave, houve uma mudança no foco do projeto, por parte do gerente responsável, passando então a missão a ter o objetivo de trazer a tripulação à terra, são e salvos. Após um trabalho fabuloso, aliado a competência técnica da equipe da Nasa e dos Astronautas, a Nave foi trazida à terra apesar de inúmeros obstáculos. Mais tarde, após o encerramento da missão foi descoberto que um fio defeituoso no tanque de oxigênio causou a explosão, não sendo, portanto, decorrente de falhas humanas na fase de execução do projeto. A missão ficou conhecida como o “fracasso vitorioso”. Mais detalhes, solicite: emilio.franco@uol.com.br.
Escrito por Emilio às 15h51
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CAUSAS DE FRACASSOS EM PROJETOS
Existe muito mais coisa para ser dita sobre fracasso. Ele é muito mais interessante do que o sucesso. Max Beerbohm
Muitos projetos fracassam em decorrência de falhas gerenciais, existem ainda obstáculos que decorrem de fatores naturais/externos. As falhas gerenciais podem ser evitadas e os obstáculos que ocorrem fora do controle da gerencia de projetos, podem ser minimizados ou mesmo evitados através de um eficiente gerenciamento de risco. Devem ser considerados, durante a gestão dos projetos os fatores críticos para o fracasso, os quais devem ser detectados e corrigidos a tempo de se evitar prejuízos ao projeto. Outro aspecto importante para se evitar o fracasso de um projeto é a resolução de conflitos que surgem inevitavelmente, mas que podem equacionados pelo gerente de projeto que em sua essência é um gerente de conflitos.
Os riscos, conflitos e falhas acontecem em todos os projetos, o que prevalece, no entanto é a capacidade da organização, seja ela a empresa ou o grupo do projeto, em resolver as situações que ocorrem, sem perda de tempo, atuando sobre as causas de imediato. Quando impossível atingir um sucesso total é possível evitar-se um fracasso retumbante. Diante das falhas e obstáculos que surgirão, cabe ao gerente do projeto, utilizando as técnicas e ferramentas disponíveis, conhecimentos e experiências adquiridas, levar o projeto ao melhor resultado atingível. Mais detalhes, solicite: emilio.franco@uol.com.br
Escrito por Emilio às 15h47
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Aula 8 – 26/04/2004
Itens a desnvolver. Negociação – Nunca deixar sem abrir uma próxima. Brinde X Presente. Equação de Valor (transparência). Cliente x Fornecedor – Perfume de Mulher. Percepção – Cheiro de água e sabonete. Perguntas fechadas objetivos. Reconhecimento do terreno – antes da abordagem. Procura sensibilizá-la. Demonstra sensibilidade. Conquista o Cliente.
Reconhecimento do ambiente. Arqueologia da Venda (transparência). 387 torres. Material. Altura. (Importante). Peso. Medidas. Preço. Condições de Pagamento. Proposta. Projeto da Torre.
Escrito por Emilio às 15h43
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Aula 7 – 19/04/2004
Itens a desenvolver: Computer Seller News – Crônica.Mudança – Percepção. Permanência. Abordagem Egológica X Ecológica. Você vende Promessas. Tudo é que demais é demasiado. Vendedor X Conselheiro. Filme What Women Want – Do que as mulheres gostam. 35.000 contratos quem falou foi o comprador. Perguntas relevantes e entender todo o contexto. Não desligue o Cliente. Pergunta fechada X Aberta. No começo podem ser feitas perguntas fechadas. Na medida em que vai conquistando o cliente devem ser feitas perguntas abertas. Construindo fluxo de perguntas. Situação. Problema. Implicação. Benefício. SPIN = Situation, Problem, IMplication, Need Pay-off. Por o dedo na ferida.Perguntas fechadas no final.
Escrito por Emilio às 15h40
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Aula 6 – 12/04/2004
Itens a desenvolver: Troca de estoque físico por informação. Informação é mais barata. EDI. ERP = Enterprise Resource Planning.
MRP. ASP = Aplication Server Provider. SCM = Supply Chain Manegement. CRM = Custumer Relationship Management. BI = Business Inteligence. Data warehouse.Data Minning.B2B. B2C.C2C. WMS. Voz sobre IP. VPN. WAN. LAN. MAN. SLP = Service Level Agreement. Google = Venda de perfil. Globo, Veja – Vendem gente (publico consumidor). Cross Docking. ASP = Application. Provider. Otimização Recursos. Infraestrutura Comunicação. Hardware. Software. Suporte. Instalação. Segurança – Física. Lógica. Desenvolvimento. Contingência. Conceito de Site 1ª Aula. MRO. Market Place. Impraticável para insumos. Para consumo final é mais próprio. Site Mario Persona – SLA – Service Level Agreement. Ambiente seguro – Wide log. Widesoft.
Nunca mostra os bastidores.
Escrito por Emilio às 15h38
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Aula 5 – 05/04/2004
Marketing Pessoal – Entrevista Persona – no Site. O que fazemos nas Empresas? Redução de Custos. Que valor agregamos? Pesquisa de novas tecnologias. Como as tornamos competitivas? Soluções. 1ª Fase João / Antonio / Maria / Zé / Benedita / Jacó.
Por que existem empresas? Empresas existem para reduzir custo (eliminar custos de transação). Custo de transação. Custo de Busca. Custo de Contrato (negociação, parte legal). Coordenação (sincronismo) etc... 2ª Fase (Década de 70).Custo de transação interno maior que o externo. Inicio de terceirização. Supply chain. TI para redução de custos de busca, contrato e coordenação. Produto do Profissional – eliminar custo de transação (processos). Competição não ocorre entre empresas mais sim entre cadeias. Promessa / Realidade. Conceito Push. Integração e Interação. Sistemas de Gestão eram voltados para a Empresa (Interna). Mercado = Selva. Cliente = caça. Produto = armadilha. Publicidade = Isca. Vendedor = Caçador. Tecnologias mudam, princípios de administração permanecem. Negócios e Recursos + tecnologia da Informação + e-business. e-comerce = reduzir custos de transação. CA (Custo de Aquisição) = CP (Custo de Produto) + CT (Custo de transação).
Escrito por Emilio às 15h31
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Aula 4 –29/03/2004
Itens a desenvolver:
www.widebiz.com.br para publicação de artigos.www. Gerador de lelelero.Branding.Marketing pessoal – Diário do ABC = Mario Persona.Procter & Glamble – Sabão flutuante.Bruxa de Blair = divulgaçãop através de panfleto com endereço na Internet.Ex. da Falta de Recursos.Repetição de citação de grandes autores.Philip Kotler.Definir o público alvo.www.sitemeter.com. www.marketer.com – Most Important Website.Pedigree – Criar credibilidade.“Uma pergunta que não queria calar” – crônica de Mário Persona.Informações periféricas para criar um ele (um link) para criar referências.Do Fracasso ao sucesso.Reflexões. Assuntos paralelos: Mostrar que sua empresa é real = fotos. Expertise Mostre os craques de sua organização. Gente. Imagem. Usabilidade. Atualização. Publicidade quanto mais tempo no seu site melhor. As histórias que as pessoas não contam. Cuidado com o que diz = linguagem favorável. = falar bem das pessoas. Pessoas. “A mente que abre....” Albert Einsten. Mudar conceito – Mudança de Hábitos. Empresas utilizam o cliente para reduzir seus custos – Ex. Bancos. Serendip = Coisas acidentais. = encontro acidentais. Atento a oportunidade. Eureka. Descentralização do Poder. O conceito envelhece. Pensar diferente. Flexibilidade X Vazio. 80% de Tecnologia que usaremos em 20 anos ainda não foi inventada. Mente vazio = fato é descrito como você vai matando em sua mente pelas informações que recebeu. Não ter medo de ser criativo. Mudança de Postura = Preparação para mudança. Transparência. Quanto mais pessoas, mais abrangência.
Escrito por Emilio às 15h21
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Aula 3 – 22/03/2004
Itens a desenvolver.
Entendendo desafios – Respeitando restrições.Ex. dois cavalos, carroça, trem (trilho) e a Challanger.Utilizar recursos e capacidade de Clientes.Abordagem: O que você precisa de consultor.Holística.Em negócio não existe o lógico e o Racional. Existe a criatividade. Visão estratégica – Olhar de cima (picos – não os vales).Musica, cheiro, cor.Crônica – Musica ambiente.O produto são sensações = prazer.Percepções.Diversificação = Clientes não são iguais.Personalização – Ex. relógios sob encomenda.Nem tudo é prego.Cliente tem ligação direta com a Industria (atualmente).Fabricar para vender >>> Vender para fabricar.“não vendemos seguros, vendemos rapidez >>>> Venda de Conceito.Visão Estratégica de negócio.Oferecer o que o Cliente quer.Menos fornecedores >>> Redução de custos e contratações.Oferecer uma solução ao Cliente.Estar entre os poucos fornecedores.Terceirização.Analisar áreas de custo do Cliente.Contato com quem decide.Achar o padrinho.Alianças e canais. Canais de Venda – distribuidores.e-commerce.Intermediário para agregar valor.Intermediário >>> Informação de quem compra. >>> de quem vende.Posicionar-se no vácuo para criar seu mercado.Luneta >>> visão antecipada>>> Informações.Não trabalha com produto tangível – Venda de Informação.Compra Conjunta >>> aumentar poder de barganha.Fabricação conjunta.Fire = Fully Integrated Robotized Engine (Fiat e GM).Etiquetas inteligentes = Chip (não código de barras).Computação Móvel >>> versatilidade.Quanto mais tangível seu trabalho menos você ganha. Quanto mais intangível melhor.Quanto mais sofisticado o país menos ele vai produzir, vendendo serviços.Propaganda = Você paga + produzida.Publicidade = não se paga. Ex. Google.= Assessoria de Impressa.= Noticia.Branding = criar marca
Escrito por Emilio às 15h14
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